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Crise de empregos: trabalho temporário é a forma mais fácil do Brasil sair dela

Número de pessoas que trabalham por conta própria cresceu; trabalho temporário pode reverter esse quadro, afirma Asserttem.

Números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados nesta quarta-feira (31) informam que a quantidade de pessoas que trabalham por conta própria ou em vagas sem carteira superou, pela primeira vez em 2017, o daqueles que têm um emprego formal.

“As empresas tiveram que reduzir postos de trabalho. A carga tributária no Brasil é alta, e os encargos trabalhistas também. Então, as empresas com uma renda instável, sofrem para manter os empregados e vão diminuído seu quadro de pessoal, trabalhando com o mínimo de pessoas, e isto implica na redução do emprego formal”, afirma Michelle Karine, presidente da Asserttem, Associação Brasileira do Trabalho Temporário.

Para o vice-presidente da entidade, Marcos de Abreu, o trabalho temporário é uma forma inteligente de reverter esse quadro. “É simples e rápido o Brasil sair dessa crise de empregos que vivemos hoje. O trabalho temporário é emprego registrado, com proteção legal e essa foi a estratégia que a Alemanha adotou para sair da crise e retomar o crescimento. Hoje com o conjunto de encargos, responsabilidades, cotas, fiscalização e condenações trabalhistas as empresas ficam com receio. Quando o mercado oferece uma oportunidade, as empresas têm uma necessidade transitória, contratam o temporário, observam o comportamento e as habilidades dele e depois podem coloca-lo dentro da empresa como efetivo”, explica.

 

Ampliação do prazo para 180 dias

O vice-presidente disse ainda que, apesar da redução do emprego formal, o trabalho temporário está voltando a crescer no Brasil. “A lei 6.019/74 estimula esta forma de contratação. A ampliação do prazo para 180 dias dá mais liberdade para as empresas, que antes só podiam manter o temporário por até 90 dias”.

Para Michelle, presidente da entidade, o trabalho temporário é uma alternativa de gestão de pessoas. “Essa modalidade é dinâmica e é a única forma de contratação com prazo flexível na legislação trabalhista brasileira. Atendendo assim as necessidades transitórias com maior eficiência. Além disso, para o trabalhador, é uma ótima opção já que não fere de forma alguma seus direitos, pelo contrário, contribui com a aposentadoria, o INSS, o Fundo de Garantia e é um caminho simples para conquistar um novo emprego.”

 

Por Assertem

http://www.asserttem.org.br/detalhe_blog.php?idblog=281

 

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